segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Mattias Ekström: "A Corrida dos Campeões tem um significado ... - AutoSport - inglês

Por José Luis Abreu a 30 Janeiro 2023 10:19

Mattias Ekström venceu a Corrida dos Campeões pela quarta vez na sua carreira, um marco importante de um piloto que, sem atingir o estrelato, tem tido uma carreira bem interessante e diversificada. Apesar de ter tentado os rlais foi nos circuitos que despontou.
Em 1996, reclamou o título da Taça Renault 5 Turbo, repetindo o sucesso no Swedish Touring Car Campeonato em 1999. Em 2001 assinou para a equipa ABT Junior do DTM com a Audi. Durante os 18 anos seguintes Ekström ganhou o Campeonato duas vezes (2004
& 2007) sempre a conduzir um Audi para a ABT. Em 2014 lançou uma equipa privada de EKS para guiar o Audi S1 no Mundial de Rallycross. Em 2016 Ekström foi Campeão e ajudou a garantir o título da equipa. Em 2021 Ekström juntou-se à equipa Cupra no Pure ETCR – primeira série de carros de turismo totalmente eléctricos – e conquistou o título de Campeão na última corrida da época. Também participou no Extreme E em 2021 onde obteve um pódio. Ekström teve ainda várias participações no WRC, com destaque para as vitórias do Grupo N em 2004, no Rallye Suécia e Rallye Catalunya, e um top 10 na edição de 2005 do Rallye Suécia, ao volante de um Skoda Fabia WRC. Começou no Rally Dakar em 2022, com o inovador Audi RS Q e-tron, e foi nestes dois anos o melhor dos Audi, depois de muitos problemas para os seus colegas de equipa, Stéphane Peterhansel e Carlos Sainz “A Corrida dos Campeões tem um significado muito grande para mim, na minha carreira. É muito especial ter quatro vitórias e ainda mais especial fazê-lo na Suécia.
Ganhei a minha primeira final no Stade de France em Paris face a Sébastien Loeb, depois tive duas finais com Michael Schumacher em Londres e Pequim, pelo que ver o Mick na final comigo foi muito emocionante para mim.
Isto é ainda mais especial do que ganhar; Michael sempre foi um dos tipos que mais admiro no desporto, pela sua dedicação, trabalho árduo e talento. Só conheci o Michael na Race Of Champions.
Tivemos muitas batalhas e só tenho boas recordações com o Michael deste evento. Estou super orgulhoso porque o Mick também rodou comigo na sexta-feira no carro do Dakar e passámos um bom bocado.
Michael sempre foi humilde comigo e vejo que Mick também é muito humilde. Mick é um talento muito grande e está à frente do seu tempo, por isso aguardo com expectativa mais batalhas no futuro. Sei que não vai demorar muito até eu ser derrotado, mas contra o Mick não teria qualquer problema em terminar em segundo lugar.
“Na final disse a mim mesmo: concentração total até à bandeira axadrezada. Tive uma boa partida, mas depois de meia volta algo pegou fogo e começava a haver um pouco de mais de fumo. Isso não estava no plano! O meu navegador queria parar mas eu não estava muito interessado… Olhei, mas mantive o meu pé direito em baixo; não levantei. Pensei: “OK, o que é que pegou fogo? Deve ser o desembaciador do pára-brisas’. Na recta seguinte desliguei-o, mas o fogo não parou. Depois pensei: ‘Estou a usar luvas à prova de fogo, não estou assustado…’ por isso tentei agarrar o fogo. Encontrei-o, e felizmente parou.
Nesse processo não perdi muito tempo porque não tirei o meu pé do acelerador. Certamente não queria carregar no extintor porque então sabia que tudo iria acabar.”

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